O investimento, a espessura acrescentada e o detalhe da execução devem ser ponderados antes da escolha. Estas limitações não excluem o sistema; ajudam a definir se é adequado à fachada.
É a obra cara das duas. Os valores de referência de mercado situam o
capoto entre 40 e 60 €/m². A referência geral de pintura de casas é de 10 a 30 €/m², mas os âmbitos das fontes não são diretamente equivalentes.
O detalhe, com as fontes e as datas.
A fachada engorda, e os remates têm de acompanhar. O sistema
acrescenta a sua espessura à parede existente. Peitoris, ombreiras, capeamentos,
pingadeiras e o beirado deixam de ter a saliência que tinham e são refeitos ou
substituídos. É trabalho real, e é onde os orçamentos mais divergem.
O acabamento é menos resistente ao choque do que uma parede maciça.
Ao nível do rés do chão — portões, garagens, zonas de passagem, bicicletas — a resistência deve ser adequada ao risco de impacto e à categoria de utilização do sistema. É a
razão pela qual se reforça a zona baixa em vez de se aplicar o mesmo sistema em toda
a altura sem distinção.
Obriga a andaime e a uma janela meteorológica. Os acessos em altura e as condições de aplicação devem ser planeados. Chuva, temperaturas e exposição solar podem impedir os trabalhos, conforme a ficha do sistema.
Cobre a fachada, e isso nem sempre é reversível nem desejável. Uma
cantaria, um azulejo antigo ou um pormenor de fachada com valor deixam de se ver.
Em zonas com regras urbanísticas próprias, pode nem ser autorizado.
Não corrige um problema de água. Sobre uma parede com infiltração
ativa ou humidade ascendente, é necessário tratar a origem da água e verificar a aptidão do suporte.
É a condição eliminatória — e a razão pela qual a visita começa sempre pelo estado
do suporte.